Depois de terminar minha primeira leitura de Valter Hugo Mãe, A desumanização, não fiquei convencido. Como comentei nas postagens a respeito do livro, achei que o autor era talentoso em construir imagens de grande qualidade literária, mas o conjunto da obra ou sua virtude como romance ficava a desejar.
Foi essa notável qualidade das imagens criadas por Valter Hugo Mãe, aliada ao entusiasmo de duas amigas virtuais cujo gosto respeito muito, que me levou a, tão logo terminado o primeiro, entabular a leitura do segundo, o remorso de baltazar serapião, que comprei, porque não achei a máquina de fazer espanhóis na ocasião em que fui à Livraria Cultura.